– MODALIDADES DE ACOLHIMENTO – Serviços Socioassistenciais Tipificados

– FAMILIA ACOLHEDORA:

– Programa de Política Pública de acolhimento em família substituta.

– Conforme nos informa o CNJ, as famílias acolhedoras se responsabilizam por cuidar sob a forma de guarda da criança ou do adolescente até que ela retorne à família de origem ou seja encaminhada para adoção.

– A modalidade de famílias acolhedoras, também conhecida como guarda subsidiada, permite que famílias recebam, em suas casas, crianças e adolescentes que foram afastados do convívio de sua família biológica.

– As famílias acolhedoras não se comprometem a assumir a criança ou adolescente como um filho, mas a acolher e prestar cuidados durante o período de acolhimento. A família se torna, dessa forma, parceira do serviço de acolhimento na preparação da criança para o retorno à convivência familiar ou para a adoção, se for o caso.

– Para ingressar no programa, a futura família acolhedora passa por avaliação e treinamento e pode receber crianças ou adolescentes em casa por um período que varia de seis meses a dois anos. Esta família poderá ainda, havendo possibilidade, ter uma ajuda de custo financeira por mês.

– Para ser uma família acolhedora e receber crianças e adolescentes temporariamente em casa, é preciso ter disponibilidade de acomodação, estar em boas condições de saúde física e metal, não possuir antecedentes criminais, possuir situação financeira estável e proporcionar convivência familiar e livre de pessoas dependentes de substâncias entorpecentes – em outras palavras, é preciso proporcionar um ambiente saudável.